A maldade crescerá tanto que fará com que o amor de muitas pessoas esfrie (Mateus 24:12).
Vivemos numa sociedade indiferente quanto à dor alheia.
Esta indiferença, para muitos, é algo natural.
A maioria das pessoas não se abala, ao ver o estado de miséria emocional, física ou espiritual do próximo.
Elas não se interessam em saber sua história, nem os motivos de seu estado.
Devido aos erros e escolhas do passado, esta pessoa está colhendo frutos amargos.
A boa notícia é que há esperança.
Está escrito que os pecadores devem abandonar seus maus caminhos; devem deixar de lado seus maus pensamentos. Todos devem se voltar para o Senhor, arrependidos, e ele mostrará a sua grande misericórdia. Voltem-se para o nosso Deus, pois ele mostrará como é imenso o seu perdão (Isaías 55:7).
E, para os demais, existe este mandamento:
Sede bondosos e tende compaixão uns para com os outros, perdoando uns aos outros, assim como Deus vos perdoou em Cristo (Efésios 4:32).
Não devemos ser meros espectadores quanto às dores dos outros.
Lembra-se da parábola do bom samaritano?
Certo homem fora assaltado e deixado na beira da estrada.
Um sacerdote e um levita passaram por ele, mas não se importaram.
Por eles, morreria à míngua naquela estrada.
Mas, o bom samaritano se importou com a sua dor.
Parou, tratou suas feridas, o levou até uma hospedaria e assumiu todas as despesas.
A Bíblia diz que se alguém que se considerar cristão possui dinheiro suficiente para viver bem, e vendo um irmão em necessidade e não o ajudar – como é que o amor de Deus pode estar nele? (1 João 3:17).
A indiferença, quanto à dor do outro entristece, profundamente, o coração de Deus.
Se amarmos e cuidarmos do próximo, estaremos livres de ouvir estas duras palavras:
Tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e estando enfermo e na prisão, não me visitastes (Mateus 25:41-43).
Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 19:19).
Pr. Rogério Moreira





