“ E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando por ele fores repreendido;
6 Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho.
7 Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
8 Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.
9 Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos?
10 Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade.
11 E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.” Hebreus 12:5-11
Na carta aos Hebreus, capítulo 12, há várias verdades sobre a correção do Senhor:
v. 5 – Nesse versículo vemos que podemos reagir à disciplina do Senhor de forma errada, menosprezando-a ou permitindo, por causa da nossa autocomiseração, sermos esmagados por ela, nos enfraquecendo a ponto de desanimarmos, perdendo a esperança. Em outras palavras, podemos nos vitimizar ante a disciplina.
vs. 6 a 9 – A disciplina de Deus é um ato de amor Divino e um privilégio que só os filhos de Deus possuem.
v. 10 – A disciplina do Nosso Pai visa nos incluir, nos fazer participantes da Sua santidade.
v. 11 – Quando sofremos uma disciplina, a tristeza é o sentimento inicial, entretanto, ao receber de coração esta disciplina e nos deixarmos ser exercitados por ela nas práticas corretas, os frutos nos trarão, além da justiça, outro sentir.
Resumindo, nós podemos reagir à disciplina de Deus.
Quando as reações são erradas, podemos até nos encher com a raiz de amargura e terminar contaminando os que estão próximos a nós. Já quando recebemos a disciplina do Senhor como filhos amados, crescemos, nos tornamos participantes da Sua santidade e alcançamos frutos pacíficos de justiça para a glória do Nosso Pai.
Um cristão não deve resistir à correção de Deus, pois ela é um ato de amor que visa o crescimento espiritual, o aperfeiçoamento e a santidade do crente, tal como um pai corrige o filho amado.
Resistir a essa disciplina é um sinal de que a pessoa pode estar a rejeitar o trato de Deus como um filho legítimo, e a falta de correção pode indicar uma situação de bastardia espiritual.
O tolo, por não querer aprender, odeia a repreensão, e isso o impede de crescer, levando a consequências negativas como pobreza e vergonha.
Por outro lado, quem acolhe a correção é honrado e se torna mais sábio.
“O que ama a correção ama o conhecimento, mas o que aborrece a repreensão é um bruto” Provérbios 12.1 te é
Pastor Rogério Moreira





