Já cansei de ouvir esta afirmativa?
Que tipo de desculpa pode ser essa?
Pode ser Uma justificativa para o afastamento espiritual.
A pessoa usa uma experiência negativa para explicar por que deixou de congregar, servir e buscar comunhão com os irmãos.
Hebreus 10:25
“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.”
a Bíblia não condiciona nossa comunhão com Deus à perfeição das pessoas que frequentam a igreja.
A falha de alguém não deve determinar nossa obediência a Deus.
É Uma generalização injusta.
A pessoa foi decepcionada por um líder ou por alguns irmãos e conclui que toda igreja é igual.
Romanos 3:4
“De maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras e venças quando fores julgado.”
Devemos avaliar as pessoas e suas atitudes à luz da Palavra, sem transformar o erro de alguns em condenação de todos.
A igreja é formada por pessoas em processo de transformação.
Isso não justifica o pecado, mas explica por que precisamos de correção, arrependimento e perdão.
É Uma transferência de responsabilidade.
Em alguns casos, a pessoa concentra toda a responsabilidade pelo seu afastamento nos erros alheios e deixa de examinar suas próprias decisões.
Gálatas 6:5
“Porque cada qual levará a sua própria carga.”
A pessoa deve fazer uma avaliação sincera: “O que fizeram contra você foi errado?
E, diante disso, qual é a sua responsabilidade agora perante Deus?”
Isso não significa culpar a vítima pela injustiça sofrida, mas ajudá-la a recuperar sua capacidade de decidir como prosseguir.
É Uma barreira para não voltar a confiar.
Às vezes, a frase “fui decepcionado pela igreja” esconde medo de sofrer novamente, dificuldade de perdoar ou resistência a se tornar vulnerável.
Colossenses 3:13
“Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.”
Perdoar não significa aprovar o erro, esquecer automaticamente o que aconteceu ou permitir que a pessoa continue nos fazendo mal.
É possível perdoar e, ao mesmo tempo, estabelecer limites saudáveis.
Não permita que o pecado de alguém se torne a razão para você abandonar aquilo que o próprio Deus estabeleceu.
Trate a ferida, busque restauração, estabeleça limites quando necessário, mas não transforme a decepção em morada permanente.
Não deixe que uma experiência ruim com pessoas roube de você a oportunidade de continuar crescendo em Cristo.
Imagine uma pessoa que foi a um hospital e foi maltratada por um profissional.
Ela sai de lá dizendo:
“Eu nunca mais vou procurar um hospital, porque fui decepcionada por um profissional da saúde.”
Assim algumas pessoas tratam a igreja. Culpam o seu desinteresse pelas coisas de Deus, pela falha de um!
O diabo não está de férias!
Pastor Rogério Moreira





